quarta-feira, 25 de abril de 2012

...E os Deuse se cansaram




Se o conjunto da obra do Barcelona é algo de se admirar? Claro que sim!
Se o que eles são capazes de fazer com a bola nos pés é estupendo? Nem há o que questionar!
Se um esquema tático bem armado,com marcações inequívocas,com toques de bola certeiros e com uma equipe que se conhece tão bem a ponto de antecipar a jogada do outro antes mesmo dele pensar em usa-la,é o caminho mais curto para a perfeição? Os números e a trajetória do Barça estão aí para provar que sim!
Já disse antes que o terreno sagrado das quatro linhas,não é lugar para morada da lógica,portanto,"água mole em pedra dura,tanto bate até que... cansa" e os Deuses se cansaram de tanta perfeição,se cansaram da previsibilidade que á eles é tão comum,se cansaram de ver um time de futebol que,jogo a jogo,chegava mais perto de um Olimpo que só aos Deuses pertence,nenhum mortal,por melhor que seja,deve cobiçar tal façanha.
Não acho que os títulos perdidos pelo Barcelona sejam o suficiente para se sair desdenhando do trabalho bem feito,mas,no fundo,espero que sirva para se colocar as coisas na perspetiva correta.Futebol,embora também seja um jogo de estratégia,não é xadrez,não é aséptico,nem cirúrgico. Futebol é paixão,desespero, é o imponderável,futebol é a curva na estrada desconhecida e assim como na vida,fórmulas e receitas nem sempre são sinonimo de segurança. O delicado e imprevisível equilíbrio que sustenta um bom jogo quer posse de bola mas reconhece que 78% em 45 min é exagero,faz balet com o toque de bola mas também com o valor do "chutão", gosta da marcação fechada mas sabe que,em campo,existem duas equipes e a regra vale para os dois,conhece e honra o fair play mas entende que uma certa "marra" deixa tudo mais vivo,quer ganhar mas somente se houver adversário,sozinho não tem jogo.
Por mim, o que posso dizer é que depois de muito tempo,vi nos jogos contra o Chelsea e contra o Real,um Barcelona que perdeu,mas,estava vivo,era de verdade e,como qualquer mortal,admirável e patético e é este o maior encanto do futebol,o reflexo das nossas glórias e tropeços.






 



segunda-feira, 16 de abril de 2012

16/04/201206h00 Acordo judicial determina que prefeitura retome terreno do Itaquerão por débitos do Corinthians



Acordo judicial determina que prefeitura retome terreno do Itaquerão por débitos do Corinthians

Roberto Pereira de Souza
Do UOL, em São Paulo


  • Coutinho Diegues Cordeiro / DDG
    Maquete do Itaquerão, em obras para a Copa de 2014 na zona leste de São Paulo Maquete do Itaquerão, em obras para a Copa de 2014 na zona leste de São Paulo
O promotor de Habitação e Urbanismo José Carlos Freitas vai convocar na próxima semana representantes da Prefeitura de São Paulo e do Corinthians para fazer uma cobrança formal sobre o débito de R$ 12 milhões assumidos pelo clube, como contrapartida pelo uso do terreno municipal cedido para a construção do Itaquerão. Sem a contrapartida paga, o terreno deve (por lei) voltar para a Prefeitura.
É neste terreno que está sendo construído o estádio que deve abrir a Copa 2014 e o clube corre o risco de perder o direito de uso da área cedida, por débitos acumulados em 12 meses, no valor de R$ 3,6 milhões.

Acordo judicial entre Corinthians, prefeitura e Ministério Público

valor parcelamento prazos para pagamento forma de pagamento
R$ 12 milhões R$ 300 mil/mês R$ 4 mi (entre 05/2011 e 12/2014)
e R$ 8 mi (entre 01/2015 e 12/2019)
obras sociais auditadas
Desde a assinatura do acordo em maio de 2011 o Corinthians deveria reservar R$ 300 mil mensais para investir em obras sociais (creches, escolas, hospitais, por exemplo). Até agora, nada foi feito.
“O promotor tentará resolver isso com uma agenda diplomática, mas o acordo prevê que o Corinthians perderá o direito a uso do terreno se não pagar as contrapartidas”, explicou um jurista que leu o documento.
O promotor Freitas foi o responsável pelo acordo judicial assinado em 2011. Pelo documento chegou ao encerramento  da ação civil pública que questionava a legalidade da cessão do terreno do Itaquerão por parte da Prefeitura, com  base em ato municipal assinado pelo prefeito Jânio Quadros, em 1988.
O Corinthians aceitou pagar o equivalente a R$ 300 mil mensais para quitar até 2019, junto à Prefeitura, o débito de R$ 12 milhões. Esse pagamento pode ser feito com ações sociais, desde que as obras passem por auditoria independente, antes de sua aceitação. Cabe ao clube pagar por essa auditoria também.
Os R$ 12 milhões não estão incluídos no custo de construção do estádio, da ordem de R$ 820 milhões.
A não quitação desse débito parcelado (R$ 4 milhões até dezembro de 2014 e R$ 8 milhões de 2015 até 2019) implica em mudança  da engenharia financeira montada pela Odebrecht e que foi enviada ao Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social, em busca de empréstimo de R$ 400 milhões. Há ainda a comercialização dos titulos assinados pelo prefeito Gilberto Kassab em favor do FII, no valor de R$ 420 milhões.

CAPTAÇÃO DE RECURSOS

BNDES em 15 anos R$ 400 milhões
Títulos públicos (CIDs) R$ 420 milhões
Isenção de ISS (5%) R$ 42milhões
Por essa arquitetura, o Corinthians cedeu o direito de uso do terreno (cedido pela Prefeitura), o direito de uso do estádio e de todas as receitas geradas com a nova arena de futebol.
“Se o Corinthians oferece um terreno que não é dele, por inadimplência de contrapartida, houve crime de falsidade ideológica”, explicou um criminalista.
O clube cedeu todos os direitos sobre o terreno e o futuro estádio (rendas e naming rights incluídos), trocando um valor simbólico de R$ 280 milhões por cotas secundárias do Fundo de Investimento Imobiliário, dono do estádio até sua quitação, em 2027. Dentro do FII está a Odebrecht como cotista principal, responsável pelo financiamento e oferecimento de todas as garantias financeiras ao BNDES.

COTAS DO FUNDO DE INVESTIMENTO IMOBILIÁRIO

  • R$ 400 milhões

    cotas seniores
    controle da Odebrecht
  • R$ 420 milhões

    cotas seniores
    Odebrecht/BRL Trust
  • R$ 280 milhões

    cotas subordinadas
    terreno/estádio/rendas/naming rights cedidos ao FII pelo Corinthians
O Fundo aceitou o terreno livre de qualquer pendências ou débitos.
O acordo firmado em maio de 2011 entre Corinthians, Prefeitura de São Paulo e MPE prevê a execução sumária da dívida de R$ 12 milhões (sem necessidade de processo demorado) e isso significa que o terreno voltaria à Prefeitura.
 Se voltar, o terreno deixará de ser do Corinthians. Com a mudança, o clube deixaria de participar do Fundo de Investimento Imobiliário, que controla a arena, tendo com cotistas principais a Odebrecht e a corretora BRL Trust. As duas empresas tem preferência na remuneração das cotas.
Acordo judicial
“Pelo acordo, o Corinthians precisa pagar R$ 4 milhões de maio de 2011 até dezembro de 2014.  Os R$ 8 milhões restantes deverão ser pagos entre janeiro de 2015 e 31 dezembro de 2019”, explicou um tributarista que acompanhou o fechamento do acordo.
Esse débito pode ser quitado com contrapartidas sociais também, com a devida auditoria independente sobre o dinheiro aplicado. Mas nem isso foi feito, a julgar pela reação do MPE e pelas respostas evasivas da Prefeitura e da assessoria do Corinthians.
“O vice-presidente Luís Paulo Rosenberg está no Rio de Janeiro e não tenho como te enviar a lista de projetos realizados”, respondeu essa semana a assessoria de imprensa do clube.
Houve ainda a promessa não cumprida de que a suposta lista de contrapartidas seria enviada por email. A reportagem do UOL Esporte pediu por email uma entrevista com o vice-presidente Rosenberg, mas não obteve resposta.

sexta-feira, 13 de abril de 2012

Ai que esta Puta me Mata....!!

Para amar uma puta não se pode ter brios nem soberbas,não se pode olhar para os lados,nem se inquietar com o que lhe ronda.
Amar uma puta é morrer de amor ,é se ter reviradas as entranhas noite após noite,dia após dia,num inferno de prazer e dor que nunca se acaba,mas,o amor por uma puta é o maior do mundo e o que ela lhe devolve, é o mais verdadeiro dos mentirosos amores que nos atropelam,que nos arrancam a pele e,por fim,nos aplacam o ânimo, para num gesto nos trazer de volta ao labirinto de incompreensíveis dores que se grudam em nossas almas e nos arrastam para seus colos quentes e suas carnes macias.
Ai que esta puta me mata e morto me alegro pela vida que me engole!


Como quem ama uma puta,vagam mundo a fora,milhares de torcedores,que apesar das dores,não se cansam de amanhecer na tristeza da derrota ou no prazer da vitória,jogo após jogo e ontem,chorou a torcida Rubro-Negra.


Depois de muito tempo,o Flamengo mostrou ontem o futebol que se esperava,jogou com a garra e a qualidade de quem apresenta um elenco milionário e,além disso,tem amor a camisa.
Ronaldinho,que já parecia ter desistido da carreira mas não da grana,desencantou e fez jogadas brilhantes,passes que lembravam os tempos em que era o melhor do mundo,Wagner Love,Botinelle,"papai Joel",a Gávea inteira,deu,ontem,o sangue pela classificação,mas no futebol isto não basta.
Futebol não tem lógica,nem lei do retorno,nem compensação.Futebol é espaço a parte onde Deus e o Diabo,de mãos dadas, se riem da gente tola que teima em amar suas putas e alegres ou tristes,ao final da contenda,voltam para casa enrolados às suas bandeiras,pobres retalhos deste amor que está sempre aos pedaços,e aos pedaços contempla,acalenta e encanta quem se entrega sem reservas e ama por princípio,por meio e por perdão!
    Salve a torcida Rubro-Negra e seus amores sem razão!! 

terça-feira, 3 de abril de 2012

PARA QUEM AMA O FUTEBOL

Resistência Urbana – Manifesto sobre os Megaeventos Esportivos
Copa do Mundo 2014 e Jogos Olímpicos 2016
Resistência Urbana é uma frente de movimentos populares presente na maioria dos estados brasileiros. Nosso compromisso é trabalhar para organizar vários setores de nossa sociedade, lutar por nossos direitos e, no longo prazo, construir o que denominamos poder popular. A vida só vai mudar de verdade quando o povo tomar a direção de seu destino e não permitir mais que uma pequena elite se beneficie do trabalho que é todos.
Mais uma vez, estamos promovendo esta Jornada Nacional de Lutas. O foco de nosso protesto são os chamados megaeventos esportivos: a Copa do Mundo de 2014 e os Jogos Olímpicos de 2016, no Rio de Janeiro.
A propaganda oficial, a euforia dos empresários e a falta de informações sistematizadas na mídia faz que boa parte do povo brasileiro pense que esses eventos esportivos serão bons para o país, que elevarão a imagem do Brasil no exterior, que vão trazer centenas de milhares de turistas que aqui vão gastar milhões de dólares. Em suma, muitos acham que a Copa e as Olimpíadas vão beneficiar o povo como um todo.
Infelizmente, isso não é verdade. O número de beneficiados é muito pequeno. Inclui a classe política dirigente do país, alguns setores do grande capital nacional (redes de comunicação e empreiteiras, por exemplo), os cartolas de certos clubes, a Fifa e um punhado de empresas transnacionais, patrocinadoras dos eventos.
O número de prejudicados, porém, é imenso.
Perdem, em primeiro lugar, as dezenas de milhares de famílias diretamente afetadas pelos despejos e remoções realizadas em nome de obras viárias e de infraestrutura ou construções e reformas de estádios. O propalado programa habitacional do governo federal, com o sugestivo nome de Minha casa, minha vida tem um desempenho muito pior do que geralmente esse divulga. Da meta de construção de 1 milhão de casas, apenas 400 mil se referiam à população que ganha até três salários mínimos, e que corresponde a cerca de 90% do chamado déficit habitacional, ou seja, o número dos que não têm moradia digna, hoje na casa dos 7 milhões de famílias. A meta do Minha casa, minha vida é, portanto, tímida. E simplesmente não tem sido atingida. Do total prometido, pouco menos de metade foi efetivamente entregue, até agora, mesmo passado mais de um ano do prazo prometido. Isso para não falar que se trata de casas muito pequenas (em geral, 32 m2), que devem ser pagas por 25 anos, sem terreno para expansão futura, localizadas em áreas muito distantes, em geral sem infraestrutura, isto é, sem asfalto, sem transporte, sem escolas, creches ou postos de saúde. E os megaeventos esportivos agravam o quadro, pois despejam famílias das áreas consideradas “nobres”, num processo que chamamos de higienização social.
Perdem os torcedores de futebol. Muita gente parece supor que poderá acompanhar os jogos nos estádios, mas, durante a Copa ou as Olimpíadas, como se sabe, os ingressos, mesmo nos jogos menos importantes das fases classificatórias, não custarão menos do que R$ 700 ou R$ 1 mil. Essa lógica elitista deve, inclusive, se manter após as competições, pois os estádios novos ou reformados terão seu custo de manutenção elevado e, consequentemente, passarão a cobrar entradas bem mais caras.
Perde a população usuária dos serviços públicos, como a saúde e educação. Quando pedimos mais e melhores escolas ou postos de saúde, por exemplo, a resposta-padrão é que “não há verbas”. Agora, o cinismo dessa atitude fica mais claro do que nunca. Para melhorar a vida das pessoas, para dar acesso digno aos direitos garantidos pela Constituição, para construir a cidadania o Estado jamais tem dinheiro. Mas para erguer estádios que chegam a custar R$ 1 bilhão, para reformar aeroportos que servirão a relativamente poucas pessoas, para transferir bilhões de reais a grandes empreiteiras de obras públicas, para emprestar enormes somas a grandes empresas, bem, aí o dinheiro aparece.
Perdem os que pagam impostos. No Brasil, é preciso lembrar, a maior parte dos imposto está embutido em todos os produtos que compramos, inclusive os de primeira necessidade, como alimentos ou produtos de higiene e limpeza. Em nosso país, aliás, os ricos, apesar de reclamarem muito, praticamente não pagam impostos, seja porque os repassam para o consumidor, seja pela simples sonegação. Agora, como se não bastasse que o dinheiro dos impostos seja investido sem qualquer prioridade, assistimos o governo concedendo isenção tributária às empresas envolvidas com a Copa. Isso significa, simplesmente, que essas empresas não precisarão recolher impostos sobre os lucros que obtiverem com a competição. Por que o povo, que trabalho duro e ganha pouco, paga tanto imposto e o grande capital nacional e trans-nacional fica isento? Perdem, enfim, todos os brasileiros. Um dos maiores bens de um país é a sua independência, a sua soberania. Nenhuma nação quer ser dominada por outra. Mas a chamada Lei Geral da Copa concede à Fifa algumas prerrogativas aviltantes, que fazem do Brasil um país ainda mais subordinado aos interesses do capital estrangeiro. Durante a Copa, nas áreas em que ocorrem os jogos serão montados tribunais especiais, verdadeiros tribunais de exceção, que julgarão alegados crimes que ocorrerem no entorno dos estádios, o que inclui até a venda de bebidas ou produtos alimentícios não autoriza-dos. Serão julgamentos muito rápidos (julga-mentos sumários), com restrito direito de defesa. Ao aceitar essas imposições, os governantes brasileiros passam ao mundo, não a imagem de um país dinâmico e moderno, mas do velho país subordinado e governado por uma elite mesqui-nha e antipopular.
Por tudo isso, o Resistência Urbana, frente nacional de movimentos populares, protesta contra os megaeventos esportivos e reivindica que as necessidades da população venham antes dos interesses do grande capital.
Confira dez pontos para refletir sobre a Copa de 2014 e as Olimpíadas de 2016.
1. Despejos – As obras dos megaeventos levam a grande número de despejos violentos sem compensação às famílias removidas.
2. Obras: dinheiro público, lucros privados – Apesar de atenderem a interesses privados, as obras feitas para os megaeventos recebem enormes quantias de dinheiro público.
3. O exemplo do Pan 2007 – No Pan de 2007, no RJ, as obras custaram 10 vezes mais que o planejado e aumentaram a repressão, como as dezenas de mortes no Complexo do Alemão.
4. No resto do mundo também não deu certo - Os megaeventos sempre causaram prejuízos. Em Montreal, 1976, produziram dívidas que duram até hoje. As Olimpíadas de 2004 estão entre as causas da crise na Grécia. A África do Sul passa, hoje, por crise advinda da Copa de 2010.
5. Quem manda no Brasil é a FIFA? – Para sediar uma Copa do Mundo, o país deve abrir mão de sua soberania, permitindo que a FIFA influa nos impostos, nas licitações e até nas leis do país.
6. Futebol agora é coisa da elite? – Os ingressos para a Copa de 2014 serão caríssimos, proibitivos para quase todo do povo. É mais um passo no caminho da elitização do futebol brasileiro.
7. Quem são as marcas que mandam na Fifa – As marcas que dominam os megaeventos são constantemente envolvidas em escândalos financeiros e denúncias de superexploração no Terceiro Mundo.
8. Cidades não são marcas de negócio – Os megaeventos esportivos induzem as cidades a se agirem como um produto do mercado mundial, geridas pelos negócios e não pelo interesse da população.
9. A quem serve a cidade? – O planejamento da cidade fica submetido, à lógica da competição esportiva, que dura semanas, mas determina como a cidade será por várias décadas.
10. Como se deve gastar o dinheiro do povo? – Dinheiro para a Saúde, a Educação, a Moradia… dizem sempre que não tem. É justo, então, gastar com eventos que beneficiam tão poucas pessoas?
O MTST e o Resistência Urbana realizarão amanhã, 4/4, uma Jornada Nacional Contra os Crimes da Copa, com ações em 8 das 12 cidades-sede da Copa 2014, além de mais duas capitais que não sediarão o evento.
O objetivo destas ações é realizar o lançamento de uma Campanha Nacional – CAMPANHA CONTRA OS CRIMES DA COPA / Quem apita é o povo! – que envolverá ainda a proposta de realização de um Plebiscito Popular sobre o tema no meio do ano.
As ações de amanhã mobilizarão milhares de trabalhadores, em sua maioria ameaçados de despejo, e serão feitas nas obras dos estádios.
Ocorrerão nas seguintes cidades:
- São Paulo
- Manaus
- Brasília
- Belo Horizonte
- Cuiabá
- Fortaleza
- Rio de Janeiro
- Curitiba
Além de duas que não são sedes, mas estão com problemas de despejo relacionados ao mesmo avanço da especulação imobiliária: Belém e São Luiz.
A Campanha tem 3 motes fundamentais:
- Contra os despejos e remoções relacionados às obras dos mega-eventos.
- Contra o uso de dinheiro público para os megaeventos. Por investimento em políticas públicas.
- Contra a ingerência da FIFA. Soberania não se negocia.